domingo, 1 de julho de 2007

“Deixa-me torto
Corro a ti
Sem pestanejar, sem ver-te...
Tudo se torna verde
O som, a alma, a calma
O acalanto buscado
Agora é fato:
O espera-te vale a pena
Perder-te ao mundo
É medo,
Ter-te no alvorecer
É esquecer o medo” (ouro Preto, 19 junho 2007)

Um comentário:

Maíra disse...

Fodah... muito bom... Ahhh, sem palavras... =]

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