domingo, 1 de julho de 2007

À ADRIANA
Tu que tens alma de brasa,
Tez de manga madura
Sabor de querer o mais viver,
Tu serás eternamente “tu” em sonhos
Em realidades serenas
Vejo-te em mares ares, lugares
Ainda é possível não lhe querer,
Assim de maneira tão doce?
Quisera perder-me em sua cor
Lhe arrancar todas as dores...
Dar-te enfim minha companhia
Mesmo que em vagos gritantes silêncios
Sua respiração, ah sua respiração...
Disfarço momentos
Abstraio outras sensações
E tudo culmina com um abraço
Caloroso instante
Onde metafisicamente absorvemos nossa energia”
(Ouro preto, 19 junho 2007)

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