sábado, 5 de maio de 2007

“Quanto tempo sem ao menos saber se vives ainda
Vives em mim...
Todos os dias faço-te nascer um pouco em mim
Assim um pouco não querendo
Mas a cada lembrança
Tomas uma forma mais nítida
Minha alma padece de tanto sofrer
Meu corpo não está apto a noites solitárias
Meus desejos clamam por você
Busco-te em todas as luas
Chego a lugar nenhum
Volto ao meu canto e já estou ébrio
Escondo-me com as luzes mortas
E finjo dormir ao seu lado”
(Ouro Preto, 28 abril de 2007)

Nenhum comentário:

Visitantes

Loading...