sexta-feira, 11 de maio de 2007

“Desperta-se o dia ao som de maquinas
Desespera-se o canto dos galos
Está aceso o ultimo cigarro antes do dia tomar forma
Vozes caminham para suas pelejas diárias
Alguns boêmios reclamam da inexatidão do seu organismo
O frio acalma alguns em suas roupas de inverno
Enquanto a alguns desespera
A lua se foi...
Foi inspirar novos amores
Se foi e nem foi chorada
Sigo alguns passos sem maiores buscas
Espero apenas o sol se pôr
E a lua tomar posse por mais uma loucura escolhida
Observar tudo em silêncio, ansioso pelo clamor
De todas as esperanças do mundo se unirem
Em prol do simples querer ser verdade”
(Ouro Preto,8 maio 2007)

Um comentário:

Bi Santos disse...

Eu sentei e olhei da janela..
depois de ler esse da vontade de tomar cerveja.

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