terça-feira, 10 de abril de 2007

“Tristeza que não finda
Sempre chega voraz e sem piedade deste que ainda espera
Triste fim esperado e até planejado
Algoz vontade de sentir-me ao seu lado e olhar o céu,
A lua linda em sua nudez ofuscante
O céu a brilhar suas origens...
Nesta posição poderia ficar para sempre se me pedisse,
Esquecer-te, não adianta mandar...
Não sou eu que dou destino aos meus desejos loucos
Sou eu quem ainda te espera, e quer ouvir sua voz maluca...
E sigo neste mesmo canto a te chorar sem saber o motivo
Sem querer saber os motivos,
Sem deixar de te amar, com toda força do verbo amar”
Ouro Preto, 28 março 2007)

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