sábado, 10 de março de 2007

KUOLEMA ART ZINE 02

KUOLEMA ART ZINE NÚMERO 02
DATA: JULHO DE 2005

“Passionalmente te matei;
o que houve com você?
Você esta palidamente branca,
fria, imóvel.
Estranho! Sua cabeça está aberta;
Parece que foi uma pancada forte.
E você mesmo assim não reclama da dor!
Logo você que reclamava sempre.
Saindo sangue em seus olhos verdes,
agora vermelhos,
e você nem se importa.
Talvez tenha se acostumado com a dor
foi isso que aconteceu?
Responda-me, quero respostas e perguntas
só não finja que está morta!”

BIGORNA
“Imagine-se deitado
tranqüilo, você fica assim
num estado estático
ate perece estar morto, em transe.
Tranqüilidade esta que não temos há muito,
è até um pouco complicado te acordar
mas talvez assim seja melhor;
queria te avisar, mas minha
insignificância não te acordaria
agora já é tarde, em menos de dois
segundos sua cabeça será esmagada por uma bigorna!
...1 ... 2...
Puta merda, quanta sujeira inútil!”

“Esta noite sinto vontade de voltar atrás!
Tentar ser um pouco menos egoísta!
Um pouco mais flexível, maleável!
Sinto que aos poucos estou sumindo
logo não vou estar mais aqui...
tenho um compromisso inadiável com a morte.
Ontem ela quase me pegou de jeito,
Não sei porque resisti!
Talvez tenha sido uma 15ªchance de tentar
Me mudar; é!
Vamos ver o que acontece daqui em diante!”


“Ilusões ópticas de um novo caminho;
menos tortuoso; quem não quer?
Eu vendo todo tipo de ilusão
da mais banal a mais procurada,
um traficante de sentimentos.
Utopia, sonho?
Pesadelo, medo?
Ânsia, carinho?
Socos, tapas?
É só escolher! Moro ali,
Onde a noite não tem fim,
Perto do abismo onde estão os que tiveram seus sonhos
Roubados no dia em que a noite teve fim.”

“Nos todos sabemos quem esta errado
sempre os mesmos erros
erros repletos de sabedoria
O certo agora é errado?
Ou o errado é certo
Quem pode afirmar?
Nos que somos tão cheios de inteligência?
Acho...
Acho nada! Pra falar a verdade
Não estou nem procurando nada!
Já procurei demais, agora me cansei,
a vida me ensina o que devo ou não fazer.
Felicidade?
Talvez!
Um dia nos encontramos por ai!
Um forte abraço e até que a morte
nos uma novamente!”

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