quinta-feira, 13 de março de 2014

lançamento acre 003

Olá amigos e amigas, VOCÊ GOSTA DE POESIA?

ENTÃO VENHA PRA RUA!

Dia 14 de março comemoraremos o fabuloso dia da poesia nacional. E a Grande volta do SUPLEMENTO ACRE.

Data de início da vida do grande poeta Castro Alves, pra quem não sabe autor de entre eles: o maravilhoso “Espumas Flutuantes”, “Cachoeira de Paulo Afonso” e do famoso “Navio Negreiro” poema de libertação.
Comemorando na rua, na praça, no centro da cidade, esta grande senhora que nos aceita de braços abertos e depois nos devora...
Comorar a poesia na rua, neste dia ímpar, é uma forma de retornar a boa e maliciosa rotina de trabalhos e abrir o calendário de eventos literários produzidos pelo selo editorial Outras Dimensões.
A festa acontece o dia todo, sendo que o grosso fica para depois das 18 horas, em frente ao Cinema Odeón com:

Lançamento da Revista Acre em sua 3ª edição
Projeções artístico-poéticas por Rafael Gallo
Lançamento de zines e feira de artigos para poesia
Oficina de livros e encadernação artística
Lançamento de livros
Estencialização de coisas
Música ao vivo
Vídeo performance com Nelson Neto e Nicolle Crys
Troca troca de livros


E o sarau delirante AMEOPOEMA, seguindo o passo das praças, retorna as ruas da cidade suja em que jogamos nossos sonhos (de onde nunca deveria ter saído) como um grito dado no beco, que após ecoar em nossos corações, reverberará na Praça da Cinelândia. Palco de grandes encontros literários e coração de encontros outros. Colo ingrato desta raça de poetas de rua do mundo todo, que buscam nas praças de confluência da populaça seu sustento e experiência de escrita. Em Abril reformularemos o amado Sarau, criando um grande circuito, onde o que importa é a poesia.
Sigamos, pois só a poesia salva. E nos dá força para seguir até o derradeiro de nossos dias.

 AVANTE POETAS! TOMAI-VOS AS PRAÇAS! A PRAÇA É DO POVO!


(...)
“A praça! A praça é do povo
Como o céu é do condor
É o antro onde a liberdade
Cria águias em seu calor.
Senhor! ... Pois quereis a praça?
Desgraçada a populaça
Só tem a rua de seu...
Ninguém rouba os castelos
Tendes palácios tão belos...
Deixai a terra ao Anteu”
(...)

Trecho do Poema – O Povo No Poder, poema de Castro Alves

Podendo para ajudar na logística do dia leve:
 - MATERIAL DE ARTE PARA A MOSTRA
 - TINTA A BASE D’ÁGUA, PINCEL, PAPEL,COLA, TESOURA, RÉGUA
 - EXTENSÃO ELETRÍCA, BENJAMIM (T)
 - CABOS PARA EQUIPAMENTO DE SOM
 - DINHEIROS PARA ADQUIRIR NOSSOS MATERIAIS
 - UNS PEN DRIVE CHEIO DE COISAS (MÚSICAS E VÍDEOS CURTOS)
 - E O QUE MAIS ACHAR LEGALCOMPARTILHAR

DUVIDAS E/OU INFORMAÇÕES:
Selo Editorial Outras Dimensões
Rômulo Ferreira / Bárbara Barroso
(21) 9 – 9388 – 6553

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“voltamos! enfim, voltamos! é uma época meio doida e doída para se voltar à tona e estourar alguns miolos com poesia e arte de rua, que no fim do dia sempre salva daquele engarrafamento ou de um assalto nestas  ruas “tão bem cuidadas” desta cidade Delí-Rio de Janeiro... e tome carnaval, preparatórios para não permitir copa de (i) mundos e jogos olímpicos... venho do futuro, com algumas tochas ainda acesas e com o pavio sempre curto do dia a dia que me enraíza e molda em humana a minha vontade de poesia que calada cabe, às vezes, no espaço disputado de cada sombra de prédio desta cidade condenada ao sugamento natural pelo mar. venho também do passado, onde erros e acertos me levaram para o futuro, de uma forma ½ desengonçada e sem brilho. fechei os olhos e somente me deixei fazer o que se faz ao sair da casca do ovo estourada na esperança de um, somente um, se desgarrar... e renovar algo! garanto a todos: SUMIREMOS EM 22 ANOS. e iremos para lugar nenhum! e lançando mão de qualquer futuro incerto e nem sempre desejado, proponho a leitura deste documento pós-poético de uma época urgente, de uma época de não se saber controlar o tempo cronológico, e outras coisas relacionadas ao não tempo das coisas)))(agora, vamos ao suplemento)()(. \\|| + um braço curto e atrofiado desta veia despoética que os irmãos Campos esticaram lá pelos anos do guaraná com tampa de rolha. não sobrará nada, nem cabe mais nada neste momento! cabe o desejo da leitura. e que todos gostem, pois afinal é feito para que se goste. num gozo sem medos e sem amarras, e sem limites...”


por Rômulo Ferreira

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