quarta-feira, 14 de março de 2007

“Qual é a graça de agirmos assim?
Não temos mais elos em nós
Somos dois livremente separados
Por que fingir o impossível?
Antes era mais fácil fingir
Nosso sonho acabou meu amor...
Não sinto mais ele voando por aqui
Foi para longe,
Onde estão outros vários amores
Muitos me pertenceram viu?
O sonho criou asas fortes,
Não cortamos a tempo
E deveríamos?
Acho que não...
Água e vinho não é legal
Não somos miscíveis
Massivos talvez...
Mas quer saber?
É bem melhor assim!
Aquela nuvem carregada
Não me deixava ver a lua,
Agora sim, formosa e prateada
Somos um só
Nascidos um para o outro”
(Ouro Preto, outubro 2006)

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