quarta-feira, 14 de março de 2007

poema sem vontade de ser

“SUOR A QUEM TRABALHOU
VIDA A QUEM NASCE
SERÁ A QUEM PERGUNTA
SORTE A QUEM NÃO TEM
AMOR AOS ORDINÁRIOS
NOITE AO BRINDA SUADO
SORVETE A QUEM GOSTA
EU A QUEM ME QUEIRA
NÓS AO MUDO, MUNDO AOS NOVOS
CALÇA AOS DESCAMISADOS
RAIVA AOS INTUITOS INSANOS
RUA AOS PEDESTRES, E OS CARROS?
- OS CAROS AOS BONS LARÁPIOS!
POESIA AS FLORES FEMININAS
AOS DOIDOS DE RUA O QUE QUISEREM
MAIONESE AO PAO, BISCOITO, AOS MAMÍLOS
SUAVIDADE AOS COAÇOES DESCOMPASSADOS
LUTA AOS DIAS MONÓTONOS
SANGUE OS QUE QUEREM VINHO
CARINHO A TODOS
SENSUALIDADE A CORRIDA DE CAVALOS
CAMINHOES AOS POSTOS DE GASOLINA
LETRAS, LETRAS, LETRAS, LETRAS,
O MUNDO PRECISA DE LETRAS!”
(Rio de Janeiro, janeiro 2007)

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