quarta-feira, 14 de março de 2007

“ouça os sinos te chamando
ouça eu te implorando amor
nem os pássaros agüentam mais meu sofrer
te perco nestas ruas cada dia mais
te encontro em cada noite não dormida
te espero tanto!
Ansioso pelo momento de abrir sua carta
Eu acho que não sei de nos!
Mas acho que sei do meu amor
Te quero tantas vezes
Seu cabelo ainda roça em meu abraço
Mas você nunca está aqui”
(Ouro Preto, 03 de dezembro 2006)

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