quarta-feira, 14 de março de 2007

“Ela ao passar os pássaros cantam lindamente
cada veste sua atirada ao chão é um mistério
e mesmo assim ela não para, continue!
Ela ao ficar, o dia nasce mais contagiante
O mundo se enche de alegria, tudo sorri
E a vontade permanece, até o vento se rende
Tudo pára para vê-la sorrir
Não existem estações;
Nada mais faz sentido quando ela sorri
Uma certa vez até pensei em rouba-la para mim
Roubar seu sorriso, sua pele, seu suor
Mas não! Não posso ter tal privilégio,
Ela ao partir faz meu mundo desabar,
Só me resta a vontade de chorar
Quando ela parti, leva parte de mim...”
(Ouro Preto, 25 janeiro 2007)

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