domingo, 25 de março de 2007

“Caminhei em buscas que desconheço
Não consegui encontrar-me
Estou sempre tão perdido aqui,
Todo e qualquer lugar se mostra impuro a mim
Todo e qualquer momento não é meu.
Olho para o céu,
E alguém sacou algumas estrelas...
Alguém não pensou na falta que sentiria
Bebo tanto quanto tenho capacidade
E até esqueço de mim às vezes
E durmo, durmo igual cão na rua,
Atento á vozes e esquecido de sonhos
De que adiante acordar e não me reconhecer?” (Ouro Preto 18 março 2007)

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