terça-feira, 21 de dezembro de 2010

XXV

De quando em quando a lua se enche

se enche de mim. de saudade

olhares, suspiros e vontade

é neste tempo que sua imagem me vem,
surge colada na lua
molhada na rua
transforma o orvalho em mim
caindo no hão como lágrima
ninguém sabe, que meu orvalho é choro
todo mundo sabe da Lua,
só você sabe que ela é nossa"

3 comentários:

Bárbara disse...

achei tudo mt lindo, mt encantador.
estou seguindo.
parabéns, poeta.

Anônimo disse...

Il semble que vous soyez un expert dans ce domaine, vos remarques sont tres interessantes, merci.

- Daniel

Thamyra disse...

Amei esses textos Romulo! Te conheci hj no rio e comprei um livrinho seu! Simples e belo as suas palavras! Parabéns! Faço faculdade de jornalismo lá em bsb e também tenho um blog.Depois ta uma olhadinha lá!!

http://thamyrathamara.blogspot.com/

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