segunda-feira, 1 de novembro de 2010

no Silhueta num. 47/2010

“Quando nasce o dia


Vem o sol,

Martírio dos boêmios

Feliz espera do sono

Sonho de vida amena

Dormem as esperanças

Todas as esperas

Hoje é um dia de frio

E corrói

Este vento

Traz ainda algo de você

Algo de palavras

De gestos

Sorrisos

Mas, tudo morre no

Ultimo tanger

É tudo sonho bom

A manha

O choro

O som das águas. Acabo-me aqui

Nas pedras da solidão

Como onda que sou”

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