sábado, 31 de julho de 2010

II

"falava de sonhos
orava aos deuses
nem tinha razão para chorar
sua poesia lhe ardia
e por mais que fosse tarde
deixava-se inundar a alma,
com uma calma moribunda
clamava aos brados:
pessoas poetas!
choro pelo verso
que não consigo
ser"

2 comentários:

Graça Carpes disse...

Entre palavra e ação... Vácuo!

Bárbara Barroso disse...

gostei muito mesmo deste novo visual do blog....
e da posia, náo preciso nem falar

e vem aí: Olhares e silêncio
aguardem(ansiosos)
hehe

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