quinta-feira, 19 de abril de 2007

“estou te vendo, chorando
seu sorriso me machuca
nunca tive tal arrependimento
nunca chorei por não te ter
nunca te achei tão linda
eu queria só dormir e ver seu acordar
seu cheiro de cigarros, de pernas, de mãos...
suas pequenas mãos a passear
por loucos membros disparados
minha velhice não será sua
seu amor se perdeu
me matou de saudade na chuva de julho
no desgosto do subseqüente mês
chorei torrentes intermináveis de saudade”
(Ouro Preto, abril de 2007)

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