quarta-feira, 14 de março de 2007

“Quanto poderia ter mudado?
Me recuperado?
O despertar do medo agora sem efeito
Acostumado a tudo e todos
E se não quisesse me mudar?
Aceitaria a situação
Fumaria um cigarro comigo?
Eu tenho, te convido
Logo antes do último trago,
Te entrego, me separo de mim
Me coloco em dúvidas;
Vibro serpenteio cortante que sou
Pensando em mudar...
Nem toda resposta está na mudança1
E é difícil de se entender
Fácil de se entediar
Mas por hora somente me calo” (Ouro Preto, 18 setembro 2006)

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